ROMPIMENTO
DO FIO DE PRATA
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Antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o
cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço,
__ e o
pó volte à terra, como o era, e o Espírito volte a Deus, que o deu.
Livro
do Eclesiastes, cap. 12:6 e 7.

Quando
o Espírito
Desprende-se
do corpo,
Este é
tido como morto
Porque
se enrijece
E não
mais o abastece
A
energia do movimento.
“Muitas vezes
as coisas que me pareceram verdadeiras quando comecei a concebê-las tornaram-se
falsas quando quis colocá-las sobre o papel.”
René Descartes
(1596 – 1650), filósofo, físico e matemático francês.
É o
cadáver inativo
Que só
era ativo
Com a
presença espiritual.
“Eu não sou a
causa das mudanças que caiem sobre mim, se fosse assim, teria-me mudado para a
melhor posição.”
René Descartes
(1596 – 1650), filósofo, físico e matemático francês.
Tal
composto
Fica
exposto
À
descondensação
Para a
libertação
De
todas as células,
Que
depois se unirão
E
outros corpos formarão
No cenário dos mundos materiais.
“Na
Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”
Antoine
Lavoisier (1743-1794), cientista francês,
considerado o Pai da Química Moderna.
Já o
Espírito Imortal
Fica
afinal
Livre
na amplidão
Procurando
a ascensão,
Até
retornar em outro esboço
Feito
do pó,
Onde a
sua mó
Será
rodada pela sua Energia.

O
Espírito, imagem de DEUS,
Permanece
intacto
Porque
é de fato
Uma
constituição
Que não
sofre decomposição
Em
nenhuma dimensão.
“O que eu sou?
Uma substância que pensa. O que é uma substância que pensa? Uma coisa que
duvida, que concebe, que afirma, que nega, que quer, que não quer, que imagina
e que sente.”

René Descartes
(1596 – 1650), filósofo, físico e matemático francês.
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